Mariana lost abroad

Mariana Cheoo was born and lived in Lisbon, Portugal. She was a restless and curious child, willing to explore the world. Miss Engineer, to the delight of her parents (and she just didn’t follow medicine because she never handled needles well). Today, she thanks: the course taught her how to cope with business skills. However, she was unable to hide the talent that always belonged to her. Art was born with it. Mariana is Art.

She survived too long to do something she did not like, until, after a long trip through Southeast Asia and completing 30 years of life, she decided to grab an object she had never dreamed of gaining interest in: a camera. What started as a hobby has become an oxygen pump.

The trip, of course, inspired her. How not? The places she went and the people she met made her want to record her memories and share them with friends and family. Until the self-portrait, it was a click! More than a healthy celebration of the ego, it was a form of therapy.

Through the visual stories she created, she found a way to express her emotions. The challenge motivated her: to lead the audience on a journey of the soul and guide them through her eyes, leading them to feel how she feel, with the power of the image.

Without any photographic experience, the process of self-portraits emerged in a fluid way, helping her to fill internal issues, to perceive the best angles – not only of the image, but of life – and to be more empathetic with others, for those who exposed themselves beyond the lens. And after only one year of photography experience, the fear of exposing herself was gone.

To herself and her work. Why think twice? She kept going. Natural in front of the cameras, she received invitations to be photographed by others. However, she quickly realized that it was behind the lens where she felt happier and more fulfilled. At home, anyway.

Versatile, she takes better pictures outdoors. That’s where she can play with the lights and shadows that nature offers to her, just with the camera in her hand. Her technique lies in patient observation, intuition, and an enormous capacity to visually absorb the world around her.

She photographs how she feels. Also, she watches a lot of films, listens to a lot of music, and likes to talk to people… This is also where she gets the inspiration for the stories she creates.

Mariana loves the less saturated colors that Fujifilm gives her and, if a lot of the work was done with a simple body X-T100 (resistant, which continued to work after a fall in the mud), she decided to invest in a good lens – the Fujinon XF 23mm F1.4 R.

The choice was conscious: for her, a good lens is more important than a body, as it is the first one that controls the object photographed and allows to obtain a great light input, even on gray days… an important factor for those who shoot outdoors!

After each photoshoot, Mariana proceeds with the editing process: first, in Adobe Lightroom, then in Photoshop, and finally, the final check is done on the iPhone itself (at the moment it is the only product that features an HD retina display). She does magic with what she has! In the future, who knows, she will invest in a proper computer for photo edition that allows her to stretch the hours in front of the screen.

In just a year and a half playing with photography, her life has taken a 180-degree turn. And it has been a great pleasure to discover it slowly. Tomorrow is uncertain. The only thing she knows is this: photography is her greatest passion. It moves her. It gives her life. It makes her heart beat faster and she needs it like oxygen.

Creativity runs through her veins. Looking through the lens is therapeutic. It is the difference between just surviving and living. The camera in her hand gives her a purpose. And without photography, there was no such thing as Mariana Cheoo as she is: Art.

Portuguese:
A Mariana Cheoo nasceu e viveu em Lisboa, Portugal. Era uma criança irrequieta e curiosa, com vontade de explorar o mundo. Senhora Engenheira, para agrado dos pais (e só não seguiu Medicina porque nunca lidou bem com agulhas). Hoje, agradece: o curso ensinou-a desenrascar-se com perícia empresarial. Porém, o bichinho da arte sempre viveu dentro dela. A arte nasceu com ela. A Mariana é Arte.

Sobreviveu tempo a mais a fazer algo de que não gostava, até que, depois de uma grande viagem pelo Sudeste Asiático e de completar trinta anos de vida, decidiu agarrar num objecto pelo qual nunca tinha sonhado ganhar interesse: uma máquina fotográfica. Aquilo que começou por ser um hobby, tornou-se numa bomba de oxigénio.

A viagem, claro, inspirou-a. Como não? Os lugares por onde passou e as gentes que encontrou levaram-na a querer registar as memórias e partilhá-las com amigos e família. Daí ao autorretrato, foi um click! Mais do que uma celebração saudável do ego, era uma forma de terapia. Através das histórias visuais que criava, encontrou forma de expressar as emoções. O desafio motivou-a: conduzir o público numa jornada da alma e guiá-lo através do seu olhar, levando-o a sentir como ela sente, com o poder da imagem.

Sem qualquer experiência fotográfica, o processo dos auto-retratos surgiu de forma fluída, ajudando-a a colmatar questões internas, a perceber os melhores ângulos – não só da imagem, mas da vida – e a nutrir mais empatia pelo outro, por aquele que se expunha do lado de lá da lente. E com os trinta, foi-se o medo de se expor ela também. A si e ao seu trabalho. Para quê pensar duas vezes? Seguiu em frente. Natural em frente às câmaras, recebeu convites para pousar para outros. Porém, depressa percebeu que era atrás da objectiva onde se sentia mais feliz e realizada. Em casa, enfim.

Versátil, fotografa melhor ao ar livre. É aí onde consegue brincar com as luzes e sombras que a natureza lhe oferece, apenas com a máquina na mão. A sua técnica reside em observação paciente, intuição e uma enorme capacidade de absorver visualmente o mundo à sua volta. Fotografa como sente. Vê muitos filmes, ouve muita música e gosta de falar com as pessoas…também é daqui que lhe surge a inspiração para as histórias que cria.

Adora as cores menos saturadas que a Fujifilm lhe proporciona e, se muitos dos trabalhos foram executados com um simples body X-T100 (resistente, que continuou a funcionar depois de uma queda na lama), decidiu investir numa boa lente – a Fujinon XF 23mm F1.4 R. A escolha foi consciente: para a Mariana é mais importante uma boa lente do que um body, dado que é a primeira que controla o objecto fotografado e permite obter uma grande entrada de luz, mesmo em dias cinzentos…um factor importante para quem fotografa ao ar livre!

Depois de cada sessão fotográfica, a Mariana segue com o processo de edição: primeiro, no Adobe Lightroom, de seguida em Photoshop e, por fim, a verificação final é feita no próprio iPhone (de momento é o único material que ainda apresenta uma tela retina HD). Faz magia com o que tem! No futuro, quem sabe, vai investir num bom computador de edição de imagens que lhe permita esticar as horas em frente ao ecrã.
Em apenas um ano e meio a brincar com a fotografia, a sua vida tem dado uma volta de 180 graus. E tem sido um enorme prazer descobri-la aos poucos. O amanhã é incerto. A única coisa que sabe é esta: a fotografia é a sua maior Paixão. Move-a. Dá-lhe vida. Faz-lhe o coração bater mais depressa e precisa dela como oxigénio. A criatividade corre-lhe nas veias. Olhar pela lente é terapêutico. É a diferença entre apenas sobreviver e viver. A câmara na mão dá-lhe um propósito. E, sem fotografia, não existia a Mariana Cheoo como ela é: Arte.

"Mariana Cheoo was born and lives in Lisbon, Portugal. She was a restless and curious child, willing to explore the world. Miss Engineer, to the delight of her parents (and she just didn't follow medicine because she never handled needles well). Today, she thanks: the course taught her how to cope with business skills. However, the hidden art skill has always lived inside her. Art was born with it. Mariana is Art."

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